03/02/2013

A Música: Dave Matthews Band


Não há amor como o primeiro.

Por muito que ouça, por muito que viva, nunca me esqueço do sítio do meu coração. Sou completamente apaixonada por Dave Matthews Band.

Conheci-os algures na minha adolescência, através dum CD ao vivo de 1999, "Live at Luther College", onde Dave Matthews fez versões acústicas com o companheiro de sempre, Tim Reynolds. Não foi difícil chegar-me aos sentimentos. Numa época em que os amores são mais fortes do que nunca e que suspiramos pelos versos acompanhados por guitarras acústicas à volta duma fogueira na praia, tudo o que é escrito com significado ganha lugar cativo. Foi mais tarde que entraram de rompante numa sala onde estava, através dum DVD dum amigo, também ao vivo, "Listener Suported" e, consequentemente, me roubaram o chão dos pés. A naturalidade como transpiravam honradamente aquilo que sentiam através da música foi o que mais me surpreendeu e envolveu. Nunca mais consegui parar de sorrir.

Da história da banda, há pouco a acrescentar àquilo que já foi dito. Nascido na África do Sul, foi na América onde vivia que Dave Matthews encontrou os músicos que procurava num bar onde trabalhava no momento. Fundados nos anos 90, fabricaram-se no Rock com pitadas de Funk, Folk e Jazz de fusão. Como costumo dizer com o orgulho inchado, eles são músicos próprios e unicamente especiais. Juntos, fazem a magia das músicas eternas, com poemas que rondam temas como amor, sexo, religião, declarações políticas e a favor da paz. Mais de 20 anos depois do início da banda, continuam a encher arenas de público extasiado com as mensagens positivas que nos permitem valorizar o lado bom da vida.

Não querendo encher esta ocasião de elogios, foram e são, ainda hoje, o meu maior prazer musical. Na tarefa difícil de escolher poucas músicas para representar estes senhores, decidi-me por estas, ainda que realce que os meus ouvidos não se cansam de saborear vezes sem conta os álbuns todos, seja a que horas for. Uma das minhas favoritas do álbum do ano passado, "Gaucho", sobre responsabilidade social, aqui. Com um crescendo incrível e capaz de arrepiar qualquer um, "Two Step" é sobre um amor daqueles à séria, aqui. O tema denominado como hino de DMB, "Ants Marching", um foco no valor das coisas verdadeiramente importantes da nossa vida, aqui. E, por fim, a música que me deu nome entre alguns amigos  e o trabalho extraordinário do baterista Carter Beauford, aborda matérias como o sexo, a paixão e outras coisas, "Rapunzel" (com introdução da Pantala Naga Pampa), aqui.

2 comentários:

  1. olá, nomeei-te para um liebster award - http://divineshape.blogspot.pt/2013/02/fui-nomeada-para-um-liebster-award.html

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