13/03/2014

Terapias Expressivas: Sair da Caixa


Arriscar. Aquela palavra que indica algo que é tão forte, capaz de nos arrepiar até à ponta dos pés, principalmente porque a mudança é terrivelmente assustadora e é preferível ficar no nosso canto. Mas os ditados populares também têm verdades populares e "quem não arrisca, não petisca".

A zona de conforto refere-se ao conjunto de comportamentos, atitudes e pensamentos frequentes de um indivíduo, que lhe causam um sentimento de segurança, pertença e acomodação. Ao mesmo tempo, esse sujeito acredita que existe constância e estabilidade nas variáveis externas a si, ou seja, aquelas que não controla e, por isso, tem um pensamento errado que elas nunca mudarão. Existe, então um "vício" centrado nessa segurança e um medo inerente da frustração, remetendo-se sempre a objectivos alcançáveis, deixando de correr riscos e pondo de parte qualquer ambição.

Podemos dizer que só acontece aos outros, mas sabemos que não é bem assim. Muitas vezes decidimos permanecer na nossa zona de conforto, já que o que conhecemos é mais fácil e mais seguro, é o melhor para nós. No entanto, já Albert Einstein dizia:

Louco é aquele que faz sempre as mesmas coisas e espera resultados diferentes.

Assim, para conseguirmos alcançar aquilo que queremos é urgente haver flexibilidade, sair da caixa. Há, efectivamente, coisas que não conseguimos mudar, mas o comportamento não é uma delas, pois detemos o poder de o alterar, de o controlar. É importante fazermos coisas que nunca julgávamos capazes, ousar no desconhecido. Desta forma, sugiro pensarem em alguma coisa que seja diametralmente oposta àquilo que estão habituados a fazer. Só por hoje, reservem cinco minutos para vocês e façam essa lista, nem que seja mental. É assim tão simples e prometo que terão surpresas em breve, essencialmente com aquilo que são capazes de fazer.

Os sonhos implicam riscos, senão não são grandes o suficiente para nos fazerem felizes. E, quando são atingidos, os grandes sonhos provocam uma maior motivação e, consequentemente, um prazer extra. Por tudo isto: arrisquemos.

5 comentários:

  1. Concordo!!! :-) Nem que seja em baby steps.

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  2. Quando atingidos, os sonhos provocam um prazer extra: novo sonho a concretizar. beijinhos Raquel*

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  3. Texto tão motivador este, que nos leva a querer arriscar, ousar, avançar. É mesmo isso, Raquel :)

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  4. Ler isto dá que pensar, eu tenho o hábito de dizer é melhor perder depois de arriscar do ficar na expetativa de arriscar.
    bom fim de semana

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