27/07/2014

#248 a #252

Não é novidade que ando um bocado cansada e desmotivada, mas penso que esta semana, ao contrário do primeiro dia que não consegui mesmo pensar numa matéria para fotografar, algures a meio houve qualquer coisa que me fez abrir os olhos e ter vontade de lutar mais um pouco. Aqui ficam esses dias:

#248 . Capa

A capa de um dos meus livros favoritos, mesmo boa para abrir mentalidades e conhecer mais sobre este tema, um dos mais conhecidos por mim enquanto psicóloga especializada em assuntos de crianças. Foi e sempre será uma das minhas maiores paixões.


No fim-de-semana conheci o Tiago e a Daniela, que me ofereceram esta andorinha e um guarda-chuva de chocolate. Uma andorinha não faz a Primavera, mas estes meninos sabem o caminho do meu coração.

#249 . Fim

A vários níveis, foi o tema do dia. Desta fotografia da porta de umas das casas abandonadas aqui da rua, ficam-se os fins que levam a princípios, pois ao fecharmos uma porta, podemos abrir uma janela.

Desabafei aqui pelo blog sobre a minha amiga-doença, fechando também esse capítulo, pelo menos para mim. As dores não me deixam ser tão produtiva como queria, mas há momentos para tudo, o segredo é sabermos esperar por eles.

Na legenda desta foto, fica uma frase que me fez todo o sentido nesta semana:

You don't have to be perfect to be amazing.

#250 . Noite

A vista da noite a ganhar caminho, a envolver lentamente a cidade no seu manto bonito.

#251 . Montra

No momento em que sentia a semana a escapar-me pelos dedos e sem vontade de fazer muito fechada em casa, decidi dar uma volta pelo meu bairro e inspirar-me naquilo que me rodeava. Foi aqui na rua que encontrei a montra deste cabeleireiro que nos faz viajar no tempo.

Foi também neste passeio que corri as ruas a olhar as casas bonitas e, ao fotografar detalhes, encontrei esta senhora à janela, que rapidamente cedeu à captura deste momento. Guardei, então, a memória desta senhora cujo nome não sei, mas cujas histórias são evidentes no seu sorriso simpático. É um bairro mesmo bonito, o meu.

#252 . Longe

É engraçado como as fotografias têm esta capacidade curativa, mesmo sem eu pedir ou pensar demasiado. Pura e simplesmente acontecem, mal eu viro o olhar para o outro lado e respondem às perguntas que nem sequer tinha coragem de fazer. Foi exactamente isso que se passou ontem, quando o nevoeiro invadiu a cidade pelo rio adentro e um senhor esperava pelo barco que o iria levar à outra margem. E foi assim que se resumiu a semana numa imagem só.

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